Entradas do Agosto 2008
esta semana e a outra foram de despedidas.
terça passada dei xau ao meu aparelho fixo de contenção – que ficava por trás dos dentes posteriores inferiores - e também a dr. luciano. gente fina esse carioca e sua secretária que cuidaram maravilhosamente dos meus dentes por 7 anos. chuif.
ontem foi a vez do estúdio zero, onde estagiei por 6 meses. foi bem duro porque me apeguei à galera, ao cheiro de boldo da sala, à labradora, às possibilidades – mesmo remotas – de colocar muitas idéias pessoais em prática… (na verdade ainda tô na nostalgia pós-estágio)
o problema é que não achei a fórmula certa de dar tchau, uma frase só minha que eu direi para qualquer pessoa, com pequenas variações. devido ao carater derradeiro das despedidas, tem de ser conciso, direto, emotivo à medida, ter efeito e conter um pouco de esperança, pra mostrar que você gostou da pessoa.
“a gente se encontra nas quebradas da vida” me agrada, mas é só 90% meu estilo. estou fazendo umas alternativas com as palavras bueiros, ruas, botecos no lugar de quebradas mas ainda não cheguei ao tom.
enquanto isso, continuo na tática das promessas falsas, que sei que nunca cumprirei, mas não por falta de vontade. de tempo, talvez, mas isso no fundo é falta de vontade, logo é uma promessa falsa. no fim das contas todo mundo quer acreditar que tudo é definitivo.
[final etéreo]
Categorias: metida a literata · resmungos
coloquei esse título porque odeio a palavra sapatênis, hehehe.

mas enfim. este conceito conhecia de um museu online de sapatos que visitei. só não achei que fosse ser posto em prática, porque parece um pouco desconfortável e “por que poupar matéria prima se podemos destruir o planeta em 10 anos?” Encontrado na Nat-2.com
Categorias: arts & design
olha, esse foi o meu discurso de hoje – por ser a terceira vez que comento isso hoje – e é meu discurso de sempre: a europa tá pouco se lixando pro mundo, o que eles querem é manter o seu padrão de vida às custas da miséria alheia e que nós, terceiromundistas, fiquemos na da gente. isto é, visitá-los e gastar, quando tivermos grana, mas voltarmos pra origem quando a grana acabar, pra não roubar emprego de ninguém, né.

baseado na filhadaputice imperialista – falei da europa porque pra mim é o reino da hipocrisia – jota castro, europeu por sinal, fez uma série de fotos em que símbolos fálicos de alguns países aparecem penetrando um ânus. grosseria para alguns, o artista teve a intenção de representar a imposição de algumas culturas sobre as outras e acho que encontrou uma boa metáfora do tema.
Categorias: humilde opinião

esses anéis de resina são veeelhos, mas são tão fofos que não poderiam deixar de aparecer aqui. dá pra montar cenários com eles!


com eles trago estes marcadores de página que são super charmosos e que dão um ar lúdico-chic a qualquer moleskine. eu mesmo tenho três, um em cada moleskine, rs.
Categorias: arts & design
partindo daquelas camisas com peito e músculos, a onda de coisas simulantes pegou e já morgou.
mas este maiô e este biquininho vão além porque além de serem maiô e biquíni simulantes, usam de maneira legal do tema fotografia, que me agrada.

só assim pra moda praia fazer o caminho inverso, porque do outro lado é tudo caro demais e cavado de menos. se bem que não tenho essa “brasilidade” toda, então, né…
Categorias: arts & design
em meados dos meus, hm, 10 anos, pra mim o auge da elegância era usar todas as roupas e acessórios de uma só cor. outra coisa supimpa era combinar apenas duas cores e literalmente alterná-las no visual. por exemplo: casaco laranja, blusa verde, saia laranja, meia verde, sapato laranja. sapato e meia de mesma cor já seriam over. por estas e outras, nestes tempos, meu sonho – inspirado no guarda-roupa automático da patricinha de bervely hills – era ter um guarda roupa de cada cor e todos eles com as mesmas peças. daí eu poderia ter aquela saia que eu amava de cada cor. não seria magnífico e idiota?

bem, todo esse prefácio é pra mostrar uma matéria da new yorker que traz 5 nova iorquinos que são monocromáticas xiitas. Uma sapateira que só usa “Yves Klein blue”, uma estilista que só usa cinza – no caso prata -, um designer industrial que usa branco metade do tempo e rosa a outra metade, uma designer de tecidos que só usa verde e um cantor-compositor que só veste marrom.
há 10 anos atrás eu estaria fascinada.
Categorias: curiosidades
não confio em manicures e seus instrumentos de tortura. até porque não vejo pra que sacrificar minhas carninhas toda semana só pra ter unhas sem carninhas.

mas agora nestes peixes talvez eu confie. são peixes que se alimentam de pele morta, e viraram a sensação num salão americano. dizem que eles são bem eficientes e deve dar uma cosquinha boa ter as unhas pedicuradas por eles. mas pra mim o perigo é eles passarem direto e comerem seu pé ou mão, hehe.


Categorias: curiosidades