eu fico triste com as previsões do futuro: recife submerso, crianças desaprendendo a escrever manualmente e livros apenas em kindles ou como produtos para bibliófilos. mas ainda assim, não é igualmente perturbador a cosac naify imprimir livros na china?
embora não seja a maior leitora do mundo, se tem algo que eu gosto é a estrutura de brochura. para mim, compilar, dobrar e grampear deixa (quase) qualquer coisa no mundo interessante. isso porque dá expectativa, ritmo, volume, enfim, uma percepção bem peculiar aos livros. outra coisa que conquista é essa coisa da produção artesanal, da costura um a um, do registro contra a vontade das impressoras xerox ou a jato de tinta, das capinhas carimbadas em papéis coloridos.
por isso achei um achado essa coisa que achei no google: uma loja de FINE PRESS. vários projetinhos impressos das maneiras mais legais e mistas e coloridas do mundo (litografia, serigrafia, xilogravura, etching, etc). é como zines de artistas, com preços pra estagiários de colecionadores de arte.

alice austin

susan hapersett

theodora press
é só clicar nas imagens para ir para a página desses artistas e coletivos, mas fora estas, há milhares de outras. agora, é só folhear.
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e eu no outro tópico falando sobre a byu (brigham young university), fui procurar onde ela era e parei numa página doida onde só vi a foto de michael (steven carell) pra depois reparar em dwight e bernard do lado deles. obviamente era algo sobre the office.
trata-se de um artigo sobre o estudo do professor kerry soper, que estuda a comédia e a sátira na cultura americana. ele posiciona os personagens principais (e alguns nem tanto, como darryl) de acordo com arquétipos, esses esqueletos de personagens que se diz estarem presentes na maioria das histórias, fórmulas que funcionam.
me interessei. queria comparar minhas observações com as do professor porque, assim como ele, eu “methodically watched every single episode and took elaborate notes”.
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