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situações padrão de reclamação. normal.

xingando muito o twitter

para evitar de tuitar mil vezes reclamando, preferi fazer este post – até porque detesto quem xinga tudo e muito no twitter.

o twitter tem dificuldades básicas, como o sitema de busca, que irritam qualquer usuário mal acostumado com os sistemas do google. eis uma lista bááásica do que eu mudaria nesta amada ferramenta:

1. busca de tweets
não preciso nem explicar essa reinvidicação básica.

2. organização dos contatos
também não preciso comentar o quanto é difícil encontrar tanto os seus seguidores quanto os seus seguidos. só nesses 3 segundos de escrita do post, eu pensei em duas soluções simples: organização alfabética ou, simplesmente, dispor todos os contatos em uma mesma página, para possibilitar o ctrl+f.

3. sistema de aviso pras mensagens que te mencionam
seria um sistema semelhante ao dos emails e ao utilizado pelo flickr: o twitter avisaria quando você tem mensagem nova e que pode ser desmarcada a partir do momento que você lê a mensagem.

4. opção seguir offline
indicada para os pregos. você só recebe as mensagens que te mencionem, mas, para todos os sentidos (e ninguém poderá provar o contrário), você segue a pessoa.

5. proibido retuitar tweets que lhe mencionem
não que eu seja partidária da falsa modéstia, mas isso diminuiria a frequência do retweet de elogios e do retweet de conversas pessoais.

6. botão retweet manual
ao clicar nesse botão, apareceria automaticamente na sua caixa de tweet “rt @usuário texto”, esperando apenas o texto engraçadinho que você adicionaria antes.

7. who to follow facultativo
liberdade para ser lembrado ou não das pessoas que você escolheu não seguir.

pras coisas que eu deixei

como eu não gosto muito de lamentos, vou pular a parte que eu fiquei fora por uns 4 meses sem dar satisfação a ninguém, ok?

a grande novidade do momento é que eu tomei vergonha na cara e comprei uma conta pro pro flickr organizei minhas fotos num grupo do flickr. logo, é possível ver fotos de desde o início da minha carreira de fotógrafa. rs

estreia a primeiríssima foto postada, tirada no dia que comprei a câmera digital que uso. minha amiga alice e a composição de verdes. confesso que na época eu jurava que essa foto era boa.

diva amiga alguns dias depois, eu e minha bff julie doiron.

queridos diogo e firmino no carnaval de 2007, das minhas primeiras fotos “lomo” – uma tentativa constante no flickr.

coletivo consuelo em porto de galinhas, com a própria consuelo à esquerda – 2007.

projeto de stickers com firmino pro SPA de 2007.

outra diva chan pertinho, 2007, no teatro do ibirapuera.

minha obra prima vitor, no início de 2008, aos 2 anos.

polaroid! para o vídeo sobre a formação da imagem.

outro formato de polaroid, da polaroid joycam. foto no hostel no rio, março de 2009.

dupla fotos recentemente reveladas, mas antigas.

whenever it’s right

só hoje reparei com calma essa frase na minha camiseta, que acho que pacolli tirou dessa música de pavement que eu adoro. notar isso foi o momento minutos de sabedoria do dia, a frase que faz sentido quando você vê sentido nela.

ps: sei que a música é mela-cueca
ps2: aconselho clicarem no link pacolli pra ver o vídeo legal que a converse fez sobre o trabalho dela.

fixação

de repente adicionei à minha (até curta) wishlist um tablet e não paro de idealizar como seria mais fácil a minha vida se eu tivesse um. deve ser porque meu mouse do laptop tá quebrado e eu tô fazendo tudo no touchpad, o que me torna uma heroína apenas um ser humano com necessidades de sobrevivência e não uma consumista fútil.

foto de 2007, em são paulo. é lá que cons vai ficar a partir do ano que vem pra fazer seu mestrado AÊêÊÊ FERA CFSH

outra coisa foi eu ter achado essa brincadeira tosca com um tablet genius, que me emprestaram por um tempo. se um tablet genius já me dava esse controle de fazer as linhas bem tronchinhas como eu gosto, imagina só eu comprando um wacom?

hoje, olhando os desenhos, dá pra perceber que o controle e a facilidade de fazer os traços é outro. sem contar as vantagens de nível de pressão que ficam super funcionando quando se configura os programas pra isso. esse desenho acima foi num software pra tablet que me indicaram uma vez em que pude usufruir melhor do instrumento.

desenho do teleco que fiz pra colocar nas etiquetas escolares dele do ano passado

eu poderia passar anos falando as vantagens que um tablet traria pra minha vida, mas vou parar porque vai parecer que tô querendo um presente de natal…

mais fotos

mais fotos no flickr.

pra exemplificar o que eu falei, de que a foto nunca tem o destino que você traçou pra ela, tá aí a foto em que eu mais depositei minhas fichas:

na hora, a cena era linda. a sombra da planta sobre diogo, a posição da mão dele e os óculos sobre a barriga. consegui estragar o enquadramento e as cores/luz não ficaram como imaginei. mas ainda assim eu gosto.

as fotos da festa não ficaram ótimas

com muitas coisas a fazer e com uma encomenda de cartõezinhos moo, nem pude atualizar o flickr com as fotos novas que revelei. aproveitei uma promo de 50 cartões grátis, só pagando o envio, de 3 libras. médio me arrependi depois, porque tem uma tarja preta de propaganda gigante por cima dos cartões, mas é bom pra provar. de qualquer forma vou passar o estilete e dar uma cropada style.

born to be wild, foto de diogo

eu andei desencantada de fotografia, depois de ver que nada ficava como eu imaginava que seria. fotografar analogicamente requer paciência, uma virtude que não tenho. daí depois de muito quebrar a cara, eu que nunca tinha tido nenhuma pretensão desencanei para sempre e assumi minha condição de má fotógrafa.

essa foi a minha obra-prima no rolo

no momento eu tô deitando na cama. tenho umas câmeras pebas, uns filmes 120 mm e 35 mm e gosto mesmo é de foto de gente. de preferência fazendo dupla exposição com plantas ou mais gente.

gente, muita gente.

essas e mais outras fotos tão no flickr. depois coloco mais :)

hoje

fim de estagio

acordei cedo, tomei  banho, coloquei uma roupa de sair e entrei no meu quarto.
começou o expediente em meu mais novo escritório.

brincadeira. mas não deixa de ser. saí ontem do estágio na revista continente, onde fiquei por seis meses e fiz grandes amizades. sair do estágio é como morrer: você nunca se despede de todo mundo, alguns acreditam na sua volta e todos têm palavras doces sobre você no dia seguinte, esquecendo por um momento todas as merdas que você fez.

e se a vida após a morte for fazer um pibic com dedicação exclusiva, sem muita gente pra conversar e sobre algo meio complicado, eu diria que estou no purgatório. mas claro, com dedicação e cheio de esperanças de chegar no céu.

bem, metáforas à parte (porque eu começo a viajar mesmo, nesse momento estou pensando quem seria são pedro), o meu the office agora é outro: saí do ramo dos papéis e entrei no das monografias e dos frilinhas de vez em quando.

isso deve ser mais velho que a fome, o fontstruct, mas é superútil quando se tem a tarefa de desenvolver uma fonte modular stencil com 12 x 12 módulos quadrados. essa é a minha tarefinha de design de tipos e na imagem abaixo tem uma parte da fonte que vou apresentar hoje na orientação.

fonte

ps: eu sei que deveria estar fazendo fonte por fonte